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 Avatar 2 - Os Seis Elementos. Capítulo 13 - A Visita ao Mundo Espiritual

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O que vocês acham da minha fic?
A pior do mundo.
10%
 10% [ 2 ]
Ruim.
0%
 0% [ 0 ]
Dá para ler.
5%
 5% [ 1 ]
Boazinha, vo tntar acompanhar.
20%
 20% [ 4 ]
Muito boa, vo acompanhar com certeza.
0%
 0% [ 0 ]
Ótima, adoro quando sai novo cap.
5%
 5% [ 1 ]
Maravilhosa, nunca vou parar de ler.
30%
 30% [ 6 ]
A melhor que eu ja li, sem palavras.
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Ana Flavia
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MensagemAssunto: Re: Avatar 2 - Os Seis Elementos. Capítulo 13 - A Visita ao Mundo Espiritual   Sab 12 Dez 2009, 12:34 pm

to comentando só agora q vergonha de mim msm
foi mal a minha net naum é minha amiga
mais o cap ta otimo
continua
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Giulia
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MensagemAssunto: Re: Avatar 2 - Os Seis Elementos. Capítulo 13 - A Visita ao Mundo Espiritual   Qui 17 Dez 2009, 10:55 am

finalmente consigui comenta
o cap ta show di bola ^^
tbm to de ferias
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Cami WaterBender
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MensagemAssunto: Re: Avatar 2 - Os Seis Elementos. Capítulo 13 - A Visita ao Mundo Espiritual   Sab 19 Dez 2009, 9:31 am

valeu povo.^^

o prox vai sair bem mais rapido.^^

aqui ó, um spoiler:

Spoiler:
 
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Cami WaterBender
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MensagemAssunto: Re: Avatar 2 - Os Seis Elementos. Capítulo 13 - A Visita ao Mundo Espiritual   Qui 24 Dez 2009, 10:41 am

gente, desculpa o post duplo, mas é que eu acabei o cap 9.
ta meio grandinho flw?
só tem 6 pags.^^

Capítulo 9 – Conseqüências

Talvez fosse um sonho, talvez não fosse. Podia ser seu subconsciente. Se fosse um sonho, era muito real, se fosse seu subconsciente, não se lembrava de aquilo ter acontecido um dia. Mas não parecia um sonho, não, parecia algo com que interagisse, ela podia pensar nas respostas que dava, não se ouvia falando, ela própria pensava enquanto dormia e falava em seu sonho. Era um tipo de sonho interativo.

No sonho, se fosse realmente um sonho, Lílian estava novamente com Vulcano. Ele havia lhe falado que as coisas estavam indo muito bem, que o processo estava quase completo e que ela estava fazendo um ótimo trabalho. Eles conversaram um pouco sobre as coisas no Mundo Material quando surgiu essa duvida em Lílian.

- Hei, Volc, eu estou sonhando? – perguntou. Volcano riu.
- Não, minha cara, isto é efeito da meditação, esqueceu? – ele riu novamente. – Está meditando tanto que esqueceu o que acontece quando medita? Você está cansada, posso ver. – ele sorriu. – Olhe, vá para casa e durma um pouco, depois você continua a meditar. Temos muito tempo, pelo que me contou nas outras vezes em que conversamos, o garoto está fazendo um ótimo trabalho, não está?

Lílian ficou em silencio. O dragão percebeu que ela ficou em silencio mais tempo que o normal, rugiu e soltou uma rajada de escuridão para fora da caverna, transformando o gotejado em vapor.

- O que aconteceu? – grunhiu Volcano. – O garoto não trabalhou direito? O que está acontecendo afinal? – a raiva da fera era tanta que Lílian cambaleou enquanto andava para trás e parou encostada na parede da caverna. Volcano se acalmou um pouco, suspirou e virou-se novamente para a garota. – Me conte o que aconteceu. Venha aqui. – Lílian hesitou. – Agora! – gritou Volcano. Lílian rapidamente foi para seu lado. Ao ver o medo a menina, continuou, mais calmo e num tom mais amigável. – Me desculpe, estou muito nervoso. Se acostume com isso Lílian, pode acontecer muito. Mas me conte o que aconteceu.
- Bem, as pessoas estavam a ponto de invadir nossa casa e eu estava meditando. Com o barulho e a confusão, me desconcentrei e me assustei, ficando com uma meia personalidade. – Volcano bufou e Lílian esperou um momento para continuar. – Parte de mim mandava u ir La embaixo e acabar com aquilo e parte dizia para eu deixar como está. Mas ouvi a voz de meu pai gritando que eu não tinha culpa e aconteceu um colapso emocional dentro de mim, a parte que dizia para ir La embaixo ficou mais forte e eu fui. Porém, depois, percebi que não era muito bom aquela multidão lá em casa, pois quanto menos confusão, mais tempo para meditar. Além disso, dei uma “passada rápida” na casa das pessoas da multidão e algumas ainda acham que Aang é culpado e só não continuaram o protesto porque estavam em minoria. Falei com o garoto mensageiro e ele não vai mais espalhar a praga. – ela ficou preocupada. E se sua decisão não agradasse Volcano?

Passou um tempo em que Volcano ficou pensando, mas finalmente, ele respondeu.

- Hum, entendo. Bem, eu te perdôo pelo “escorregão” e sua atitude foi sábia. Vá para casa agora e descanse, nos vemos amanhã, no Infinito? – ele sorriu.
- Amanhã? Caramba, nós fomos rápidos. – Lílian se recompôs e retribui o sorriso. – Amanhã, ao crepúsculo.

A garota saiu da caverna e andou em direção ao pântano. Chegando lá, foi para o centro do mesmo e se concentrou em sair do Mundo Espiritual. Em poucos minutos estaria de volta ao seu quarto...
----------------------------------
Lílian abriu os olhos, mas estava um breu. Tão escuro que não conseguia ver nada. Mas conseguia sentir pelo tato que estava em sua cama e podia ouvir a respiração de seu irmão pesada e sonolenta.

“Mei Lee está dormindo e aqui está escuro desse jeito.” Pensou Lílian. “Já é tarde da noite, mas essa escuridão não é normal. Será que...” Ela não pensou no resto, já sabia que era verdade. Sorriu para si mesma, deitou-se, enrolou-se em seu cobertor e fechou os olhos. Em poucos minutos havia adormecido.
----------------------------------------------------/-----------------------------------------------------
No dia seguinte, Sonya estava sem absolutamente nada para fazer. Era sábado de manhã e ela estava em casa ajudando sua mãe a cozinhar, enquanto seu pai estava dormindo. Hector havia a convidado para um jogo de vôlei com amigos e amigas durante a tarde, mas, tratando-se de vôlei, ela logo pulou fora. Desculpou-se e disse que não podia ir.

Agora estava arrependida. “Eu iria pagar mico, mas pelo menos iria me divertir, eu acho.” Pensava Sonya.

Até que ouviu batidas na porta.

- Sonya, atenda a porta, por favor. – pediu Suki
- Ok. – a garota andou até a porta e abriu-a, surpreendendo-se com a figura sorridente estendida a sua frente. – Lee! – ela sorriu. – Entre.
- Oi Sonya. – ele entrou. – Olá Suki! – gritou, sentando-se no sofá.
- Oi Lee, como vai? – respondeu Suki da cozinha.
- Bem... – gritou em resposta. – Poderia levar Sonya para passear? Ela está entediada.

Sonya congelou. Sempre dissera a sua mãe que adorava cozinhar junto. Além disso, passear com Lee... Seria uma nova experiência. Já fizera isso criança, mas era diferente. A idéia a assustava um pouco, mas ela não sabia por quê.

A garota ouviu um resmungo da cozinho e um sim contrariado. Estava com pena da mãe, mas também estava transbordando de gratidão por Lee. “Mesmo com o passeio sombrio chegando...” Pensou contendo uma risadinha.

- Vai voltar para o almoço? – perguntou Suki mal-humorada.
- Creio que não. – respondeu a filha. Em seguida se virou para Lee. – Vamos?
-----------------------------
Os dois já haviam saído da casa de Sonya e caminhavam pela praia em direção ao porto, iriam a Ilha Ember.

Lee era mais baixo que Hector, mas mesmo assim era mais alto que Sonya, seu ombro batia no ombro dele dele, mesmo assim ele era um pouco mais alto. Em Hector seu ombro batia em um ponto um pouco abaixo do ombro do garoto.

- Bem, obrigada Lee, me salvou. – Sonya sorriu. – Mas você não precisava falar para minha mãe que não gostava de ajudá-la.
- De nada. – Lee fez uma pausa. – Mas não acho que ela vá se chatear. Vai pensar sobre isso e não vai mais prende-la em casa. Isso é bom... não é?
- Sim, claro. – ela pensou por um momento e sorriu novamente. – É, tem razão, obrigada.

O garoto deu de ombros e apontou para um barco grande, mas que não chegava a ser um navio.

Sonya pensou que seria devagar, mas ficou surpresa ao ver que era tão rápido como uma lancha.
---------------------
Lá para o meio dia, os amigos chegaram na Ilha. A praia estava calma, e a areia estava quente e fofa, agradável.

Caminharam até a cidade, onde Lee levou Sonya para almoçar em um novo restaurante na cidade. Era caro, mas não tiveram de pagar nada apenas pelo fato de serem amigos do Príncipe.

A comida era ótima. Enquanto comia, Sonya ficou observando Lee. Seu cabelo liso era de um tom de castanho muito claro ou de um loiro muito escuro. Quando o deixava normal, seu cabelo caía pela cabeça e parava na metade do pescoço. Em sua testa pendia uma pequena franja, que o garoto não deixava crescer muito.

Seu rosto era oval e magro, mas não esquelético, e seus olhos eram verdes, o que dava um efeito diferente em contraste com seu cabelo.

Ele era forte, mas seus músculos ainda não eram totalmente definidos, como os de Hector.

- Sabe, – disse Sonya depois de tomar um gole de seu suco. – você não parece da Nação do Fogo. Parece misturado. Isso é estranho, mas até que o deixa bonito. – Lee corou.
- Bem, minha mãe é da Nação do Fogo, já meu pai... Bem, eu não conheço meu pai, pelo que minha mãe me dizia, ele era um tipo de viajante, um nômade. – Sonya assentiu e voltou a comer, assim como Lee.
----------------------
Depois do almoço, foram à praia. Não entraram na água, em vez disso, ficaram sentados conversando sobre a sombra de um coqueiro.

Passou um tempo e o assunto acabou. Pela posição do Sol, Lee disse que já eram umas quatro da tarde. Era incrível como as crianças da Nação do Fogo estudavam o Sol e seus movimentos mais do que as outras Nações. Sonya ficou pensando nisso, distraída, até que Lee quebrou o silencio.

- Quer um coco? – perguntou.
- Hã... – a garota voltou a realidade. – Ah! Claro, obrigada. – Lee sorriu e foi comprar um coco.

Sonya ia gritar para ele não gastar dinheiro, pois tinha um coqueiro em cima deles, mas desistiu, pois ele já havia comprado o coco.

Ela agradeceu e ele sorriu. Lee também tinha comprado um coco para ele e os dois beberam.

Estava fresco e muito doce. “Será que tudo relacionado a praia aqui é bom desse jeito?” Pensou Sonya, abobalhada. Saboreou o Maximo que pôde seu coco, pois estava realmente muito bom.

Então, as coisas ficaram assustadoras.

Lee se aproximou uns centímetros de Sonya e ficou um pouco pálido. Os dois ainda bebiam os cocos, eram extremamente grandes. Isso piorou as coisas, porque ninguém falava nada.

O clima de amigos passeando havia desaparecido e sido substituído por uma tensão constante entre os dois. Até que Lee falou.

- Sonya, eu, bem... Eu queria te dizer isso já há algum tempo... – ele parou para respirar um pouco e Sonya empalideceu rapidamente. – Bem, eu sei, eu acho – corrigiu-se. – que você gosta do Hec, mas vocês... Ah, onde eu quero chegar com isso? – sussurrou. Em seguida, voltou a falar com Sonya. – Bem, eu queria dizer que gosto de você, gosto mesmo. Queria ser mais do que o amigo que fui para você hoje.

Sonya estava bem pálida, fato que estava preocupando Lee. Ela não respondeu e ficou olhando para os olhos verdes do garoto.

Lee esperou mais, porém, depois de uns três minutos ficou impaciente e fez seu rosto mover-se em direção ao rosto de Sonya. A garota fechou os olhos e continuou parada. Lee fechou os olhos também.

Então, seus lábios se tocaram. Ficaram naquela posição por um minuto, depois o verdadeiro beijo começou e pouco durou.

Uma rajada de fogo passou raspando pela cabeça de Lee, que, assustado, caiu para trás. Seu cabelo estava um pouco chamuscado.

Sonya ficou com raiva e olhou para o agressor. A surpresa arrancou um grito de sua garganta ao ver que se tratava de Hector enfurecido.

- O que pensa que está fazendo Lee? – gritou Hector. Em seguida, se virou para Sonya e foi correndo para ela.

O garoto chegou perto dela e falou alguma coisa que Sonya não compreendeu, pois a perplexidade ainda não havia a abandonado.

- Hei, Sonya, está me ouvindo? – perguntou o Hector novamente. – Está tudo bem agora, Lee não vai lhe fazer mal. – e a abraçou.
- O que? – perguntou a garota desorientada enquanto assistia o grupo de amigos de Hector encurralando Lee até Hector voltar.

Sonya tentava organizar os pensamentos até que chegou a conclusão de que Hector pensava que Lee a havia forçado a beijá-lo. Sua cabeça dizia isso mas seu coração dizia que Hector estava com ciúmes. Seu coração queria isso, mas não queria ao mesmo tempo. Porém, o coração tem razões que a própria razão desconhece. E, naquele momento o coração falou mais alto.

- Me solte. – ordenou Sonya para Hector. – E diga para seus amigos saírem da volta de Lee.

Hector estava de olhos arregalados de susto. O tom e Sonya não era normal.

- Ele estava te forçando a beijá-lo, como pode querer soltá-lo? – perguntou Hector, incrédulo, enquanto soltava Sonya.
- Ele não forçou. – grunhiu. A raiva tomava conta dela, por um motivo que nem a própria sabia.

Sonya se levantou e forçou passagem pelo circulo em volta de Lee. Ajudou-o a se levantar e levou-o para longe daqueles adolescentes, ciente de seus olhares curiosos e confusos.

- Sonya! – exclamou Hector. – O que está fazendo?
- Lee vai me levar para casa. – explicou.
- Não vá com esse patife, eu te levo! – Hector elevou o tom de voz.
- Você está com ciúmes! – gritou Sonya. – Ele não é patife, me deixe em paz, você está parecendo meu pai!
- Não estou com ciúmes e não estou parecendo seu pai! – gritou de volta Hector. – Caso se lembre, eu te ajudei quando seu pai feriu seus sentimentos!

Essa lembrança doeu um pouco em Sonya, mas ela ignorou e puxou Lee com ela em direção ao barco dele.

Quando entraram no barco, Sonya começou a chorar desesperadamente.
-------------------------------------------------------/--------------------------------------------------
Lílian, em seu quarto, parou de meditar e sorriu. Fechou os olhos, se concentrou pensou na clareira de Infinito onde tinha combinado de se encontrar com Volcano e desapareceu.
---------------
Um segundo depois estava na clareira.

Sorriu e sentou-se encostada em uma árvore, concentrando-se em Volcano, mas não chegando a meditar.

No momento seguinte, uma luz forte encheu a clareira e Lílian fechou os olhos para não ficar cega. Abriu-os para acostumar-se com a luz e fez bem, pois descobriu que a luz não cegava, pois não era luz, era escuridão. Sorriu novamente e se curvou sobre o ponto em que a esfera de escuridão se encontrava. Houve uma explosão de escuridão e, onde estava a esfera, surgiu Volcano.
O dragão no Mundo Material era ainda mais impressionante. Suas escamas negras e brilhantes eram imponentes e suas garras brilhavam, assim como os dentes, que se mostraram num sorriso.

- E agora, – disse com a voz grossa e majestosa. – vamos começar.
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MensagemAssunto: Re: Avatar 2 - Os Seis Elementos. Capítulo 13 - A Visita ao Mundo Espiritual   Sex 25 Dez 2009, 10:25 pm

G-zuiz
perdi 2 capitulos T-T
erg. qto tempo não venho aqui não é mesmo xD'

oo:amanhã concerteza eu posto , estou sem tempo e com a minha opinião *-*

Hoje vim pra lhe desejar um Feliz Natal
e tudo de bom pra sua vida
-abraça-
-da presente-

\o
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MensagemAssunto: Re: Avatar 2 - Os Seis Elementos. Capítulo 13 - A Visita ao Mundo Espiritual   Sab 26 Dez 2009, 9:55 am

suahsuahsaus

é, dois caps.^^
obrigada Joh, pra voce também!^^

-abraço de urso-
-esmaga-
-larga e da presente-

o/

^^
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MensagemAssunto: Re: Avatar 2 - Os Seis Elementos. Capítulo 13 - A Visita ao Mundo Espiritual   Sab 26 Dez 2009, 11:20 pm

Oi cami!(Meu primeiro comentario//ki emoção *-*)
Eu comecei a ler a fic ontem e tá exepcional(Uhh,aprendi uma palavra nova rsrs)
Falando serio,se fizesse um livro eu compraria
Meu olho ardia e minha cabeça tava pra explodir mas não consequi parar de ler!
Tá DEMAIS!!
E os comentarios...morri de ri!!
*Esperando o proximo cap.*
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MensagemAssunto: Re: Avatar 2 - Os Seis Elementos. Capítulo 13 - A Visita ao Mundo Espiritual   Dom 27 Dez 2009, 9:14 am

*--*

leitora nova! *-*

oi Morgana!
que bom que gostou da fic.^^
desculpe pelos olhos ardendo e a cabeça doendo.
xD
hum dia eu faço meu livro e dedico aos meus amigos leitores de fic que me ajudaram a conquistar meu sonho me incentivando.^^

aqui é a arena da loucura minha filha.
xD
coments doidos aqui tem muito.^^

tive uma onda de inspiração, entom o prox deve sair logo.^^

bjs
Cami
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MensagemAssunto: Re: Avatar 2 - Os Seis Elementos. Capítulo 13 - A Visita ao Mundo Espiritual   Ter 29 Dez 2009, 10:05 pm

*-*
oi cami
-se junta a morgana-
o comentario dela faz os meus *-*

adorei o capitulo 8 e 9 *---------------------------------*
principalmente o 9 *-*

Que bom que vc esta numa onde de inspiração \õ/
não vejo a hora
continua :#'
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MensagemAssunto: Re: Avatar 2 - Os Seis Elementos. Capítulo 13 - A Visita ao Mundo Espiritual   Ter 29 Dez 2009, 10:07 pm

*-*

amo voces, voces sabem né? *-*

ele sai logo, o 10, eu espero.^^
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MensagemAssunto: Re: Avatar 2 - Os Seis Elementos. Capítulo 13 - A Visita ao Mundo Espiritual   Qua 30 Dez 2009, 3:21 pm

Oba, onda de inspiração rulez.

É Morgana, como eu disse no meu tópico, você não viu nada...
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MensagemAssunto: Re: Avatar 2 - Os Seis Elementos. Capítulo 13 - A Visita ao Mundo Espiritual   Qua 30 Dez 2009, 3:53 pm

é, pode cre, mas só vou começar a fazer o 10 quando eu souber o que voce achou do capitulo.
voce e o pedro no MA.
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MensagemAssunto: Re: Avatar 2 - Os Seis Elementos. Capítulo 13 - A Visita ao Mundo Espiritual   Qua 03 Fev 2010, 2:02 pm

Eitcha que eu to very very very perdido aqui
Vou tentar voltar a acompanahar a fic,to meio atrasado
Mas li alguns caps atuais
Tá maaaaaaaaaaaara
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MensagemAssunto: Re: Avatar 2 - Os Seis Elementos. Capítulo 13 - A Visita ao Mundo Espiritual   Qua 03 Fev 2010, 2:11 pm

vlws trick.^^

so, acabei o cap da fic ha uns dois dias, mas nom podia postar pq ia ser double.
ja q o trick postou, aí vai o cap:

Capítulo 10 - Descobertas

Já eram umas cinco horas da noite e Sokka dormia. Fora se deitar depois do almoço, para ele não havia nada como dormir a tarde de sábado inteira. Suki havia ido ao mercado, Sonya havia saído com Lee e tudo estava na maior calmaria possível.

- Sai Daqui! Isso é sua culpa!

O grito que vinha da porta fora tão alto que Sokka despertou assustado. Ouviu em seguida uma batida de porta. Apenas com um calção e uma camisa, desceu as escadas correndo e deparou-se com Sonya – que estava afogada em suas lagrimas – sentada no sofá.

- Sonya! – Sokka correu para o lado da filha e sentou-se. – O que aconteceu? Não chore, me conte o que aconteceu.
- Ah, pai, eu devia escutar mais seus conselhos. – ainda chorando, Sonya encostou a cabeça no ombro do pai, deixando-o assustado.
- Sonya, olhe para mim. – a garota levantou a cabeça com os olhos inchados de choro. – Limpe essas lágrimas, se acalme. Eu vou pegar um copo de água com açúcar.

Sonya concordou com a cabeça e Sokka levantou. Enquanto ia à cozinha, pegava a água, o açúcar e fazia a mistura, pensava em o que deixaria Sonya naquele estado, a ponto de dizer que devia escutar seus conselhos, os quais ela desprezava.

Enquanto voltava para a sala, viu que Sonya não chorava mais e sorriu. Em seguida entregou o copo à filha e perguntou se ela queria mais alguma coisa. Ela respondeu que não. Então Sokka sentou-se ao seu lado.

- Novamente, o que aconteceu? – Sonya o olhou no fundo de seus olhos azuis e contou-lhe sobre o ocorrido, desde o barco muito rápido à briga que teve com Hector. Ao chegar nessa ultima parte, desabou em choro novamente.

Sokka a princípio não sabia o que fazer, porém, agiu por instinto e abraçou a filha com todo o carinho e compreensão que queria expressar.

Sonya pareceu entender isso, pois levantou a cabeça, enxugou as lagrimas com a manga da camisa e abriu um sorriso triste no rosto.

- Obrigada pai. – disse.

Sokka não gostava nada do estado em que os dois garotos a haviam colocado e Lee a havia beijado. Isso fez o pai protetor tremer por dentro por causa de uma raiva que ele não revelou, relutante de que tal ato pudesse piorar o estado de Sonya.

- Eu vou me deitar. – avisou Sonya.

A garota se levantou, andou até a escada e subiu até seu quarto, onde ficaria pelo resto do dia.

Sokka levantou do sofá, pegou um pergaminho, uma pena e um tinteiro e começou a fazer uma carta. Em seguida, pegou outro pergaminho e copiou a primeira carta nele, apenas mudando o destinatário.
-------------------------------------------------/--------------------------------------------------------
Aang estava em casa com Katara e Mei Lee havia ido brincar com amigos enquanto Lílian dormia. Ou pelo menos isso eles pensavam.

Katara estava cozinhando o jantar e Aang estava organizando suas coisas no quarto, quando um falcão mensageiro bateu no vidro da janela do quarto de casal.

- Um falcão? – murmurou Aang enquanto abria a janela para que o falcão pudesse lhe dar sua carta. – Obrigado, amigo. – O falcão continuou parado. Então tá...

Aang abriu a carta. Nela se via escrito:

“Aang,

Coisas estranhas aconteceram. Primeiro, eu senti uma estranha sensação de que estávamos em perigo. Decidi entrar no Mundo Espiritual para conversar com Roku. Porém, quando tentei, não consegui. Não sei se é comigo, mas tente entrar também para ver o que acontece. De qualquer jeito, convoquei uma reunião para a Ordem da Lótus Branca e Zuko, Sokka e Toph, além de você e Katara. Para que as cartas chegassem a vocês, marquei a reunião para a próxima segunda. Pelos meus cálculos a carta deve chegar aí sábado ou domingo.

Atenciosamente,
Iroh.”

Aang ficou confuso. Ele havia conseguido entrar meditar todos os dias em suas aulas. Mas ele não ensinava às crianças como entrar no mundo espiritual. Fechou os olhos e procurou em suas lembranças algum dia que não havia conseguido entrar.

Até agora se lembrava de sempre conseguir entrar. Aang ia ao Mundo Espiritual todo dia. Uma coisa que não tinha se dado conta é que não entrava recentemente. Assim, não teria como saber se não conseguir.

Quando pensou nesse detalhe, a preocupação tomou conta de Aang. Esvaziou a mente e meditou. Estava andando sobre a ponte que separava os dois mundos. E tudo ia normal, como sempre.

De repente, o chão começou a tremer e Aang quase desabou de desequilíbrio. Não conseguia se mexer, só ficar parado olhando a ponte tremer.

Então, a ponte rachou no meio.

Aang abafou um grito de surpresa quando isso aconteceu, mas não conseguiu se controlar quando a ponte por debaixo de seus pés cedeu e ele caiu na escuridão.
-------------------------
- Ah! – exclamou, saindo do estado de meditação necessária para entrar no Mundo Espiritual.

A exclamação não foi alta o suficiente para Katara ouvi-la e Aang agradeceu por isso. Não queria dar explicações para ela sobre o fato agora.

Olhou para a janela. O falcão encontrava-se ali, pacientemente esperando. Então, de repente, o falcão gritou. Foi um som estridente e absurdamente alto.

Aang só viu um borrão passar por cima de sua cabeça na direção do falcão. O Avatar pulou e agarrou o agressor ao falcão, nem um pouco surpreso ao ver que era Momo.

Brigou com o lêmure e falou para ir ficar com Mei Lee. Momo saiu do quarto pela porta voando, se tinha entendido, Aang não sabia.

Depois, acalmou o falcão, porém, não teve muito trabalho para isso. “Os falcões mensageiros da Nação do Fogo são muito bem treinados.” Pensou.

Aang estava com pressa, então, pegou novamente o pergaminho em que estava escrita a carta de Iroh e escreveu:

“Olá Iroh,

Eu tentei entrar no Mundo Espiritual agora a pouco e também não consegui. Estou preocupado. Estarei aí, fique tranquilo. Conversarei com Katara.

Um Abraço,
Aang”

Enrolou o pergaminho e o colocou no compartimento para as cartas, uma “bolsinha”, que o falcão levava pendurado no pescoço.

O animal havia percebido que era hora de partir. Piou para Aang e saiu voando.

Agora tinha que contar para Katara sobre o acontecimento e como fariam com as crianças.
-------------------------------------------------/--------------------------------------------------------
O barco nem havia encostado na praia quando Lee pulou para o mar. Parte de sua camisa estava queimada e seu cabelo estava chamuscado. A água batia em seus joelhos.

Andou arrastando os pés até a costa, irritado. “Hector tinha que atrapalhar!” Pensava. Sabia que Hector estaria igualmente irritado com ele e que não seria aceito no castelo. Mas Hector poderia ter cometido um escorregão e ter esquecido de informar sobre Lee aos guardas ou talvez nem tivesse voltado ao palácio ainda.

Torcia por isso enquanto caminhava em direção ao Palácio Real da Nação do Fogo. Se tivesse que fugir, que fugisse.

Quando chegou ao palácio e entrou no mesmo, ninguém o impediu, o que era um bom sinal.

Não foi barrado enquanto andava pelo palácio nem quando entrou em seu quarto. Ao entrar no quarto, porém, teve uma surpresa não muito agradável.

- Lílian. – falou secamente.
- Ah, olá Lee. – respondeu a garota sorridente e agradável, enquanto convidava Lee a se sentar em sua própria cama.

Isso não era normal. Lílian era extremamente irritante quando falava e estava com Lee e seu bom humor o assustou um pouco. Mesmo assim, foi até a cama e se sentou.

Após examinar cuidadosamente o sorriso e a expressão de Lílian, perguntou:

- Ele veio? – em resposta ganhou um tapa na cabeça. Não falou nada, pois já estava acostumado com isso. Mesmo sempre fazendo o que ela mandava, se arriscando e espalhando rumores sobre pragas, Lílian continuava a tratá-lo mal.
- “Ele” não, idiota. – disse Lílian, o sorriso havia desaparecido. – Mestre Volcano ou Senhor Volcano. – depois de falar, voltou a sorrir e então respondeu a pergunta de Lee. – Sim, mas deixei-o no Infinito, seria visto aqui.
- Entendo. – murmurou Lee.
- Por que está tão para baixo Lee? Alguma coisa saiu errada no plano?
- Não, saiu como planejamos. Cheguei na casa dela e a levei para passear e depois, fomos para o lugar que Hector dissera que ficaria e a beijei quando ele estava por perto.
- E todos acreditaram em tudo? Hector ficou bravo com você? Sonya e ele brigaram? – os olhos da garota brilharam quando Lee concordou com um movimento rápido da cabeça. – Estou orgulhosa, interpretou muito bem seu papel. Então, para que esse desanimo? Saiu tudo muito bem.
- É que Hector era meu amigo mesmo. E eu passei a gostar realmente de Sonya enquanto convivíamos. – outra batida na cabeça o deixou atordoado.
- Pare de resmungar. Dois anos no Mundo Espiritual com Volcano não bastaram para você se tornar como eu? – Lee olhou para ela sem entender e Lílian revirou os olhos. – Forte, sem piedade, bom ator... E mais importante. Você não devia se apaixonar e se enturmar com as pessoas!
- Eu... sinto muito, me desculpe. – disse o garoto cabisbaixo. Lílian deu de ombros.
- Melhor assim. Então, vamos? – convidou a garota estendendo o braço para Lee.

Lee hesitou, mas tocou no braço de Lílian. Então não estavam mais no quarto e sim no Infinito. Um pequeno mal estar tomou conta de Lee em parte pelas batidas em sua cabeça e em parte por terem se tele transportado.

Olhou para a garota que estava ao seu lado. Alta, de cabelos e olhos castanhos, com a postura reta e em forma, Lílian era bonita. Estava respirando normalmente e não apresentava sinais de mal estar. Gostava dela antes de desaparecer, quando tudo ainda fazia sentido. Agora tinha raiva da garota.

Então percebeu que estava agachado quando Lílian se virou, o encarou impaciente e mandou-o se levantar. E ele levantou.

- Onde está Vol... Onde está o Senhor Volcano? – perguntou Lee para Lílian.
- Vejo que está aprendendo. – um sorriso maldoso iluminou o rosto da garota. – Está à apenas um quilometro daqui. Ele não gosta que eu surja muito perto a ele, pois o incomoda. – ela riu como se fosse uma mãe contando um gracinha que seu filho fizera uma semana atrás.
- Hum. – resmungou Lee em resposta.

Então começaram a andar.
-----------------------------------
Algum tempo depois, chegaram a uma clareira grande o suficiente para Volcano ficar confortável nela. Ele estava deitado de olhos fechados – mas não estava dormindo – quando os dois chegaram. Ele abriu os olhos e levantou a cabeça.

- Vocês não demoraram muito. Correu tudo bem Lee?

Lee sorriu tristemente e suspirou. Volcano o tratava bem melhor que Lílian, mas não estava com vontade de contar a historia novamente. Ainda mais para Volcano, que gostava de saber todos os detalhes.
--------------------------------------------------/-------------------------------------------------------
Sokka estava se arrumando para sair e ir ao correio, onde um falcão mensageiro levava sua carta a seu destino, quando um falcão entrou pela janela da sala.

Curioso, Sokka caminhou até ele e pegou a carta em sua bolsinha. Era uma carta escrita num pergaminho de alta qualidade.

Desenrolou o pergaminho e o leu. Nele estava escrito:

“Sokka,

Coisas estranhas vem acontecendo. Espero que a carta chegue aí sábado ou domingo, pois gostaria que viesse à uma reunião comigo, os membros da Ordem da Lótus Branca, Aang, Toph e Katara na segunda. Não quero te ofender, mas, por favor, não leve Suki. Por favor, avise Toph para ir e não levar Oguri.

Atenciosamente.
Iroh.”

Sokka ergueu as sobrancelhas, surpreso. Ok, ele iria, coisas estranhas estavam sempre acontecendo, mas essa era tão estranha que não poderia levar Suki? E Oguri também não? Deu de ombros e escreveu de volta dizendo que iria, não levaria Suki, avisaria Toph e diria para ela não levar Oguri. Depois, quando o falcão já estava indo embora com a carta de Sokka na bolsa, ele o chamou de volta para ver se cabiam mais duas cartas. Não. Tentou apenas uma. Também não. Então, despachou o falcão e saiu, rumo ao correio.
------------------------------------------------------/---------------------------------------------------
- Hum... Muito interessante. – murmurou Volcano quando Lee havia acabado de contar sua história. Ele não falou nada sobre Lee gostar de Sonya e de Hector, para ele não era importante. – Agora vá e me traga alguma coisa para comer.
- O qu...? – a palavra se perdeu quando percebeu que se dissesse o que queria seria morto. Lílian e Volcano olhavam para ele. – O que vai querer? – perguntou para disfarçar.
- Dois Javalis dos Pinheiros. – falou secamente, como que sabendo que “o que vai querer” não era o que Lee ia falar.

Lee fez uma reverencia ao estilo dos Dobradores do Infinito e pediu para falar com Lílian. A garota o seguiu educadamente, a expressão indecifrável.

- Poderia me tele transportar para onde moram Javalis dos Pinheiros? – perguntou Lee. – E me buscar daqui a meia hora?

Lílian segurou o braço de Lee e um segundo depois ele estava numa poça de lama, perto de um rio.

Seus olhos estavam fechados, mas pôde ouvir Lílian falando em seu ouvido.

- Meia hora. – em seguida ela riu maldosamente.

Quando abriu os olhos a garota havia desaparecido. Se levantou e olhou para si próprio. Estava um lixo.

Xingou Lílian em voz baixa e olhou em volta. Do outro lado do lago, um Javali dos Pinheiros bebia água ao lado de seu filhote quase adulto. Seriam aqueles. Como os mataria ele não sabia.

Então lhe veio uma idéia. Pegou a adaga que deixava na bota e a amarrou a um galho com um barbante forte e resistente dado por Hector para usar em casos de emergência. “Versátil como o fogo e o ar e forte como a terra e a água. É um ótimo barbante. Já me salvou de um ataque de Rinoceronte-de-Komodo. Eu peguei minha adaga e amarrei em um galho com esse barbante.” Lee lembrava das palavras de Hector como se estivessem sendo ditas pessoalmente e naquele momento.

Entrou no rio e nadou silenciosamente até a outra margem. Sua sorte era que o rio não era muito largo, pois estava cansado para nadar muito.

Silenciosamente foi se aproximando primeiro da maior, já que achava que era a mãe. Não queria irritá-la atacando seu filhote que realmente não precisava da proteção da mãe.

O animal levantou a cabeça e se virou, mas era tarde demais. Lee já estava enterrando lança improvisada no pescoço do Javali.

Quando tirou a lamina do Javali, ele já estava morto. Então, virou-se para o menor, mas ele já estava fugindo.

- Droga! – exclamou e correu atrás do Javali.

Quando estava a uma distancia boa, concentrou sua força no braço direito, com o qual segurava a lança e a lançou.

Ela atingiu a perna do Javali, que caiu com um grunhido. Lee foi correndo até o animal que grunhia e tirou a lança de sua perna e enterrou em seu coração. Os grunhidos param.

Pegou o animal nas costa e levou até onde estava o outro. Jogou o Javali no chão e se sentou para esperar Lílian.
--------------------------
Algum tempo depois, ela apareceu sorrindo. Quando viu Lee com apenas uns arranhões e os dois Javalis dos Pinheiros mortos ao seu lado, o sorriso desapareceu.

- Vamos logo. – falou, a voz mostrando desprezo. Lee tocou nos animais e Lílian tocou em seu braço.

Quando chegaram a clareira e Volcano viu os dois animais mortos a sua frente, abriu um sorriso de satisfação.

- Muito bem Lee. – disse o dragão. Lílian parecia estar odiando Lee receber elogios.

Enquanto a besta comia, um homem de uns vinte anos observava a cena de trás de umas árvores. Reconheceu Lílian e Lee, mas não sabia quem era o dragão. Assustado, pensou que o dragão tivesse capturado as crianças e foi avisar seu superior.

- E o que está esperando? Vá logo avisar o Avatar Aang sobre isso! – gritou o homem mais velho.
- Sim senhor. – respondeu o mais novo.

Como se estivesse se preparando para uma corrida, colocou as mãos no chão e posicionou os pés de modo que um ficasse atrás e o outro na frente.

E então disparou. Com o destino sendo a casa de Aang, o Cavaleiro da Luz correu na velocidade da luz para avisar o Avatar sobre o que vira.
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MensagemAssunto: Re: Avatar 2 - Os Seis Elementos. Capítulo 13 - A Visita ao Mundo Espiritual   Ter 09 Fev 2010, 8:44 am

Puxa cami agora que eu vi!!VC POSTOU

Ficou mt show o cap
Aquele Lee não presta cara,não gosto mais dele
A Lílian ta cada vez mais possuida!!
E o cara ainda vai passar imformação errada

Quero mais cami,as vdds estão vindo a tona,tá D+!!
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Cami WaterBender
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MensagemAssunto: Re: Avatar 2 - Os Seis Elementos. Capítulo 13 - A Visita ao Mundo Espiritual   Qua 10 Fev 2010, 5:03 am

ah!
oO

eskeci de mudar o nome do tpc.
xD'

vlw morg, que bom q gostou, eu tava possuida nesse cap.
xD'
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MensagemAssunto: Re: Avatar 2 - Os Seis Elementos. Capítulo 13 - A Visita ao Mundo Espiritual   Dom 28 Mar 2010, 9:55 pm

Olá Cami_K_Water, estou
acompanhando sua fic aqui há algumas semanas, mas como ela é demais eu
já acabei de ler todos os capítulos. Ficaram ótimo, parabéns pela
criatividade.

xD

Espero ansiosamente pelo próximo.
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MensagemAssunto: Re: Avatar 2 - Os Seis Elementos. Capítulo 13 - A Visita ao Mundo Espiritual   Dom 28 Mar 2010, 11:19 pm

vlw binho.
o/

eu to passando por crise identidade crise de ma inspiração mas passa.
xD'

em breve mais caps.

e pode me chamar de Cami.
;D'
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MensagemAssunto: Re: Avatar 2 - Os Seis Elementos. Capítulo 13 - A Visita ao Mundo Espiritual   Dom 11 Abr 2010, 8:49 am

gente, desculpe o double, mas aí vai:

Capítulo 11- Revelações - Parte 1 - O Monstro por Trás do Espelho

O Cavaleiro de Luz chegou à casa de Aang em um minuto no máximo. Bateu na porta e Katara atendeu.

- Senhora, me desculpe incomodar, mas tenho que falar com o Avatar. – comunicou
- Não pode esperar um pouco? Estamos jantando. – respondeu Katara.
- Me desculpe, é urgente.
- Tudo bem então, entre.

Katara o levou até a sala de estar e pediu para que aguardasse um minuto. O cavaleiro assentiu e esperou.

- Mãe? O que está havendo? – perguntou uma voz de garoto que o cavaleiro não reconhecia.
- Nada Mei, é só um amigo de seu pai querendo falar com ele. – falou Katara se virando para o filho e sorrindo.

Katara sussurrou alguma coisa a Aang, que se levantou e foi até a sala de estar falar com o cavaleiro enquanto Katara e Mei Lee continuavam comendo.

- Qual é o seu nome, amigo? – perguntou Aang simpático.
- Meu nome é Kenny senhor. – respondeu o homem.
- Não, não precisa me chamar de senhor. Pode sentar. – convidou Aang, se sentando.
- Claro Avatar. – disse Kenny. Aang ia interferir, dizendo para não chamá-lo de Avatar, mas deixou passar. – Tenho uma coisa importante para dizer.
- Diga. O que foi que é tão importante?
- Não tem notado a ausência de sua filha?
- Ela está lá em cima, dormindo.
- O dia todo? – perguntou Kenny.
- Sim.
- E ninguém foi lá ver se ela realmente está lá?
- Dá pra parar de enrolar, está me deixando nervoso. Vá direto ao ponto. – falou Aang irritado. Estava começando a pensar que aquilo podia ser um trote.
- Sua filha foi capturada por um dragão enorme.
- O que? Enlouqueceu? Minha filha nem saiu de casa hoje! –disse Aang. Era demais para ele. Com tantos problemas, ainda tinha que aturar um trote?

Ignorando a pergunta confusa de Katara e Mei Lee, subiu as escadas pisando com força e abriu a porta do quarto de Lílian e Mei Lee. Olhou em volta convencido de que Lílian estava lá. Já ia dizendo algo como: “Olha ela ali” ou “Viu? Ela está dormindo” quando percebeu que Lílian não estava no quarto.

- Lílian? – perguntou. – Lílian? Lílian, cadê você? – perguntou, aumentando o tom de voz, preocupado.
- Aang, o que aconteceu? – perguntou Katara assustada.
- Lílian sumiu. – respondeu, virando-se para ela.

Katara estava na porta e Mei Lee estava a sua frente. Abriu caminho entre os dois que ainda não acreditavam e aproximou-se de Kenny.

- Onde você os viu Kenny? – perguntou.
- No Infinito. Em uma clareira do Infinito.
- Então vamos para lá. – disse Aang seriamente.
---------------------------------------------------/------------------------------------------------------
Hector estava deitado em sua cama com a cabeça enfiada debaixo do travesseiro – Pensando em tudo que acontecera entre ele e Sonya e como ela pôde trocá-lo por um garoto que quase não a via. “E pior ainda, pelo meu melhor amigo.” Pensava ele. – quando seu pai entrou no quarto para falar com ele.

- Hei, filho, você está bem? – perguntou o Senhor do Fogo.
- Não sei pai, realmente não sei. – respondeu Hector levantando a cabeça do travesseiro. – Essa coisa toda... Bem...

Zuko sorriu e se aproximou de Hector.

- Isso é normal Zuko, alguma hora você vai superar isso. Eu... – Zuko ia dizendo quando foi interrompido por três batidas na porta. – Entre.

Um guarda abriu a porta e entrou. Falou alguma coisa com Zuko sobre Iroh que Hector não entendeu – mas também não estava interessado em saber do que se tratava – e saiu.

O Senhor do Fogo parecia preocupado. Disse que tinha que ir embora e saiu do quarto, deixando Hector novamente sozinho.
------------------------------
Meia hora depois, Hector se levantou e pediu a um criado para que lhe trouxesse um copo d’água.

Alguns minutos depois, uma garota de aparentemente quatorze anos, chegou com seu copo d’água. Hector, que estava olhando pela enorme janela de seu quarto, virou-se.

- Obrigada, pode deixar o... – gaguejou Hector quando viu a garota. Ela era tão linda. Seus compridos cachos castanhos avermelhados caiam até os ombros e sua pele dourada fazia um forte contraste com seus cabelos.
- Hã, senhor, seu copo. – Hector balançou a cabeça e saiu do transe em que ficara por conta da beleza da criada. – Vou deixá-lo aqui. – disse a moça, rindo.
- Ah! – se assustou Hector. – Claro, claro, deixe onde quiser.
- Claro, senhor. – disse a garota, se virando e colocando o copo um uma mesa do quarto de Hector. – Com licença. – e foi caminhando em direção a porta.
- Espere, qual o seu nome? – gritou Hector da janela.
- Ursa. – disse a garota. Esse fato assustou tanto Hector, que o príncipe cambaleou para trás. – Posso ir agora senhor?
- Claro, pode ir. – disse Hector, ainda estupefato.

Ursa saiu e Hector ficou ali, em frente à janela, parado. Depois de algum tempo, foi até o copo deixado pela criada e bebeu a água. Estava indo para a cama quando um falcão mensageiro entrou pela sua janela.
----------------------------------------------------/-----------------------------------------------------
Volcano havia parado de comer. Dos dois javalis só sobrara a carniça e alguns restos presos entre os ossos. Deitou-se novamente, fechou os olhos e sorriu. Depois de alguns segundos, abriu-os de novo.

- E então, vamos começar o massacre? – perguntou ironicamente.
- Claro mestre. – disse Lílian, hesitando. Tomou fôlego e disse, a voz tremula – Posso falar com Lee um minuto?

Volcano e Lee se assustaram. Lee principalmente. Depois dessa ele ficara pasmo. Nada mais fazia sentido. Antes de o tão esperado massacre Lílian queria falar com ele? Ela começou a andar em sua direção... sorrindo. Mas o sorriso não durou e ele sabia que ia avisá-lo para não fazer bobagens ou coisas do tipo.
-----------------------------------------------------/----------------------------------------------------
Aang se abaixou e beijo a testa de Mei Lee. Depois levantou, abraçou Katara e lhe beijou. Murmurou uma despedida e virou-se para Kenny, encostado silenciosamente na porta.

- Vamos, então? – perguntou o cavaleiro.
- Vamos. – respondeu o Avatar.

O Dominador de Ar e o Cavaleiro da Luz se posicionaram e correram. Em um segundo já haviam desaparecido.
------------------------------------
Aang olhou para Kenny e viu que estava reduzindo a velocidade. Começou a correr menos até que parou. Haviam chegado.

Estavam atrás de uma árvore. Iriam entrar na clareira assim que saíssem de trás dela. Então Kenny se virou e abafou um grito. Preocupado, Aang adentrou na clareira.

- Lílian! – gritou Aang, pálido quando viu que Lílian não estava presa. – Lee! – em seguida se virou para Kenny e viu que ele também estava confuso.

Lílian se virou para Aang e Lee fez o mesmo. Depois a garota olhou para Volcano, que já estava se aproximando dos dois e colocando a cauda na frente.

- Ora ora ora. – disse, a voz fria como gelo. – “Papai” veio me salvar. Pois bem, papai, a garotinha não precisa ser salva. – Aang continuava parado e pálido. – Ora, Avatar, que cara é essa? Você é mais forte que isso. – disse Lílian irônica.
- Aang, eu... – ia começando Lee.
- Quieto! – urrou Volcano. Lee se calou. – Você não é bem vindo aqui Avatar. Ou você se rende e nós te matamos rapidamente, ou você luta e sua morte será dolorosa. É pegar ou largar.

Aang pareceu sair do transe e um pouco de cor retornou ao seu rosto. Olho para Kenny, que já estava em posição de combate. Um gesto sutil, porém, percebido por Volcano.

A besta voou rapidamente para Kenny e o agarrou com a boca, rasgando-o ao meio. O cavaleiro não teve tempo nem de gritar, pois tudo já tinha acabado. Mas Aang gritou. De pavor, de medo, de susto. De raiva. Volcano sorriu e lançou uma chama negra na direção de Aang. Este desviou saltando para o lado. Levantou-se, colocou-se em posição e saiu correndo na velocidade da luz de volta para casa, onde contaria uma noticia que traria pânico ao mundo.

Continua.
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MensagemAssunto: Re: Avatar 2 - Os Seis Elementos. Capítulo 13 - A Visita ao Mundo Espiritual   Ter 13 Abr 2010, 10:09 pm

Nossa ótimo!!!
Adorei!
Parabéns,Cami!
Fikei feliz em ver q sua inspiração voltou!
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MensagemAssunto: Re: Avatar 2 - Os Seis Elementos. Capítulo 13 - A Visita ao Mundo Espiritual   Qua 14 Abr 2010, 3:02 pm

na vdd ela n voltou totalmente, mas vlw Zula.^^
fico feliz q tenha gostado.^^
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MensagemAssunto: Re: Avatar 2 - Os Seis Elementos. Capítulo 13 - A Visita ao Mundo Espiritual   Qui 15 Jul 2010, 11:19 am

ei Cami, eu gostei muito da fic, mas quando e que postas o proximo capitulo??
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MensagemAssunto: Re: Avatar 2 - Os Seis Elementos. Capítulo 13 - A Visita ao Mundo Espiritual   Qui 15 Jul 2010, 1:55 pm

Azula.
\o/

vc leu, q bom.^^
bem, eu posto ele agora se kiser, mas ele ta mega ok?
8 pags.
xD'

a partir desse cap tbm vai ter Anteriormente pra dar clima de fim de temporada.
xD

here it goes:


Anteriormente em Avatar 2 - Os Seis Elementos...

Estava atravessando a ponte que separava os dois mundos, quando, de repente, a ponte cai e Iroh vai junto. Sem poder dobrar ou gritar, ele cai, cai e cai até chegar novamente ao seu quarto, suando mais do que nunca.
-----------
- Sai Daqui! Isso é sua culpa!

O grito que vinha da porta fora tão alto que Sokka despertou assustado. Ouviu em seguida uma batida de porta. Apenas com um calção e uma camisa, desceu as escadas correndo e deparou-se com Sonya – que estava afogada em suas lagrimas – sentada no sofá.
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A besta voou rapidamente para Kenny e o agarrou com a boca, rasgando-o ao meio. O cavaleiro não teve tempo nem de gritar, pois tudo já tinha acabado. Mas Aang gritou. De pavor, de medo, de susto. De raiva. Volcano sorriu e lançou uma chama negra na direção de Aang. Este desviou saltando para o lado. Levantou-se, colocou-se em posição e saiu correndo na velocidade da luz de volta para casa, onde contaria uma noticia que traria pânico ao mundo.

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Capítulo 12 – Revelações – Parte 2 – Dragões

Aang tinha lágrimas nos olhos. Enquanto corria a toda para casa, pensava em todas as horas que passara com Lílian e se perguntava se tudo aquilo era verdade ou fingimento.

Em alguns segundos, chegou em casa e abriu a porta com força. Aang se surpreendeu quando viu Katara e Mei Lee jantando, para ele tinha passado horas fora de casa, mas haviam se passado alguns minutos.

A esposa e o filho, por sua vez, se assustaram com o modo que Avatar estava. Suas roupas chamuscadas, seu cabelo despenteado e seus olhos um pouco vermelhos e inchados faziam parecer que ele havia acabado de vir de uma guerra.

- Pai! – exclamou Mei Lee, saltando da cadeira e correndo para Aang. – Pai, o que houve? – Mei Lee se virou para a mãe, preocupado, e Katara se levantou rapidamente e foi na direção do marido.
- Aang, o que aconteceu lá? Onde está Lílian? – seus olhos azuis expressavam uma mistura de surpresa e preocupação. Aang olhou bem fundo em neles e tomou fôlego.
- A Lílian não estava presa. Ela...
- O quê? Se ela não está presa, cadê ela? – perguntou Mei Lee. Aang olhou para o filho com pena.
- Ela estava lá, mas como um tipo de “protegida” de um dragão negro enorme. Lee também estava lá, mas ele parecia meio contrariado. Lílian, por outro lado, parecia bem a vontade, parecia até gostar do dragão. Não, era mais que isso, quando eu a vi, sabia que tinha algo diferente em seu olhar. Ela... – Aang lutava contra o nó que sua garganta havia dado – Ela estava se divertindo quando o dragão quase me fritou.

Mei Lee e Katara estavam perplexos. Era muita coisa para digerir. Lílian gostara de ver o pai sendo queimado? Ela, Lee e o dragão eram aliados? Mei Lee balançou a cabeça.

- Não, não Lílian. Ela não faria uma coisa dessas.
- Mei, – dizia Aang ajoelhando – sei que é difícil de acreditar, mas...
- Não, Aang, espere, pode ser que Mei Lee tenha razão. – interferiu Katara. O dobrador de ar olhou para ela confuso. – Lílian me disse que tinha tido umas visões estranhas com um dragão negro enorme. Ela desmaiava e acordava com pesadelos. E depois, ela ficou com aquela estranha doença. Não acha que isso pode estar relacionado com a Lílian estar lá a vontade com o dragão? – disse a dobradora de água, indo em direção ao sofá e sentando-se. Mei Lee foi até ela e se sentou ao seu lado.

Aang empalideceu. Então tomou coragem e decidiu falar. Se levantou, a seguiu, se sentou no outro lado de Katara e olhou sério para ela.

- Katara, hoje mais cedo eu recebi uma carta de Iroh dizendo que ele não conseguia entrar no mundo espiritual. – ele fez uma pausa e suspirou. – Eu tentei entrar pra ver se era verdade... e infelizmente era. Acho que isso pode estar ligado a Lílian ter virado má. Na carta, ele dizia para irmos à uma reunião com ele na segunda. Hoje é sábado, mas acho que ele não se importaria de fazer a reunião um dia antes.
- Bem, eu sou a favor de irmos lá. Tipo, agora. – respondeu Mei Lee pela mãe.

Seus pais olharam para ele e então um para o outro. Não precisavam de palavras para saber que era aquilo que iam fazer. Mas algo ainda não estava certo.

- Mei, o Tio Iroh pediu para eu e sua mãe irmos. Acho que é melhor você ficar em casa.
- O quê? – exclamou Mei Lee irritado – Se vocês acham que vão discutir o destino da minha irmã e do mudo espiritual sem eu junto estão perdendo a cabeça.
- Mei. – disse Aang – Você não pode ir.
- Eu vou. Se vocês me impedirem eu conheço muitas pessoas que me emprestariam um barco sem nada em troca. – o garoto parecia estar falando sério e Aang ergueu as sobrancelhas.
- É muito longe.
- Eu não me importo.

Aang olhou para o filho e deu de ombros. Murmurou alguma coisa, se levantou, pegou um pão na cestinha de pães na cozinha e foi arrumar suas coisas para a viajem. Katara e Mei Lee seguiram seu exemplo e foram cada um para seu quarto.
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Hector pegou, distraído, a carta do falcão e acariciou sua cabeça. Em seguida andou em direção a sua cama e sentou-se nela enquanto abria a carta. Em uma letra um pouco garranchosa estava escrito na carta uma bronca. Nela estava escrito o seguinte:

“Hector

Paguei a mais pelo falcão mensageiro mais rápido de Omashu para a carta chegar aí ainda hoje. Sonya chegou aqui chorando tanto que parecia uma nuvem de chuva. Depois de acalmá-la, consegui fazer com que ela me contasse o que havia acontecido para ela estar daquele jeito. Ela me contou a história toda e foi para o quarto chorando um pouco. Quero que saiba que a deixou muito mal e que seria muito legal da sua parte que ou resolvesse essa história com ela e Lee ou a deixasse em paz. Você escolhe.

Obrigado pela atenção,
Sokka.”

Hector leu o conteúdo da carta e ficou pior do que antes. Decidiu resolver essa história de uma vez por todas. Deixou a carta em cima da mesa de cabeceira, vestiu uma túnica vermelha e dourada por cima das roupas que estava usando e saiu do seu quarto.

O dobrador de fogo saiu andando rápido pelo palácio não respondendo às perguntas dos criados e saiu da grande construção. Enquanto andava pelo jardim, avistou Ursa e ficou pensando por que teriam dado esse nome à ela. Percebeu que estava parando, balançou a cabeça e continuou andando.

Hector foi até o porto e alugou o barco mais rápido da capital. Eram aproximadamente sete horas da noite. O garoto chegaria lá pelas oito. Era um bom tempo para refletir o que dizer.
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Volcano virou-se para Lílian, que estava com um sorriso sarcástico estampado no rosto, para ver se ela tinha sido abalada pelo encontro com o pai. Parecia que não, mas isso era só o que Lílian queria mostrar. Por dentro, a dobradora de ar se sentia despedaçada. Isso com certeza fora um grande choque emocional para ela. A Lílian do mal e a do bem travavam um tipo de luta dentro da garota. Por fim, quem acabou vencendo foi a Lílian do mal, que parecia estar gostando muito daquilo tudo.

Volcano sorriu. Aquilo era bom, Lílian já não se deixava levar pelas emoções facilmente. Olhou então para Lee, que tinha a respiração acelerada e uma expressão meio culpada e ao mesmo tempo um pouco assustada no rosto. O dragão revirou os olhos, se é que um dragão pode fazer isso.

- Controle-se Lee. – rugiu Volcano. Então adotou um tom mais suave. – Você não pode se abalar fácil assim. Verá coisas muito piores.
- Sim senhor... – disse o garoto se recompondo
- E então, agora já podemos começar a atacar as cidades Volc? – interrompeu Lílian
- Claro, minha querida. – disse a besta negra. Abriu as asas gigantes e se abaixou. Lílian subiu nas costas do dragão. Lee ia subir também quando Volcano levantou o corpo – Você, garoto da profecia, terá que ir sozinho.
- Mas, senhor Volcano, eu nunca tentei assumir minha forma. – falou Lee meio surpreso e assustado com o pedido de Volcano. E garoto da profecia? Volcano nunca o chamara assim...
- Bem, se você não treinou não importa. Tente. Se não conseguir arrume outro jeito de nos seguir.
- Mas... – um rajada de ar o atingiu e ele, desequilibrado, caiu no chão.
- Sem mas Lee, e trate de vir logo. – disse Lílian rindo um pouco. No momento em que viu o sorrisinho dela soube que a garota havia lhe lançado a rajada.
- Ta! Eu tentarei. – exclamou Lee com raiva. – Vão na frente, encontro vocês depois.

O dragão se lançou ao ar e Lee chutou uma pedra próxima, com raiva de tudo. Raiva de de Volcano, de Lílian, de todos que mentiram para ele esses anos todos. Raiva do destino, de ser o “garoto da profecia”. Pelo menos uma vez ele queria voltar no tempo para a época em que ele brincava com Hector no Palácio Real.

Mesmo revoltado, ainda teria que tentar se transformar. Sentou-se e tentou se concentrar, mas simplesmente não conseguia. Então se levantou e pensou em dragões e pensando nisso, seus pensamentos se voltaram para Volcano e sua raiva retornou.

O garoto deu um grito de frustração e se surpreendeu quando seu corpo começou a transformação. Sua pele estava se tornando escamosa e brilhante e, acima de tudo, de um vermelho vivo. Seu corpo começou a se alargar tanto que pensou que fosse explodir. Sua cabeça começou a ficar mais larga e grande. Um focinho grande tomou o lugar de seu nariz e suas orelhas ficaram cada vez maiores e mais pontudas. Seus braços ficavam maiores enquanto asas vermelhas surgiam em suas costas. Suas pernas começaram a ficar mais curvas e Lee foi obrigado a ficar de quatro. Suas mãos e pés foram substituídos por patas maiores de patas de ursos e garras douradas cresceram no lugar das unhas. Uma enorme cauda cresceu nele para completar seu corpo e sua ponta era dourada. Os olhos do garoto perderam a coloração verde e viraram grandes olhos dourados. Lee havia se transformado em um dragão. Não tão grande quanto Volcano, mas bem grande. Parecia que sua raiva, ao invés de atrapalha-lo, o havia ajudado.

Claro que tudo havia acontecido em questão de segundos e, quando Lee abriu os olhos, o garoto/dragão se espantou. Sua visão era fantástica. Conseguia sentir a presença das coisas e vê-las tanto definidamente quanto por manchas vermelhas. Supôs que o tipo de visão em que se vê as manchas era para quando estivesse voando e queria saber se alguma coisa se mexia abaixo de si.

Tentou falar, porém, não conseguiu. Isso o confundiu, Volcano sempre conseguia falar. No mesmo instante, uma voz surgiu em sua cabeça e, de algum modo, Lee sabia que era Volcano falando com ele.

“Muito bem Lee. Assumiu o dragão. Estou orgulhoso.” Disse a voz de Volcano.
“Como... Isso é telepatia?” Perguntou o garoto. Sua raiva havia sumido.
“Sim.”
“E como eu falo com os humanos?”
“É uma técnica em que você expõe seus pensamentos para fora de você. Demora um pouco para se aprender.”
“Entendo.Bem, estou indo.”
“Estamos só te esperando para começar.”
“Ok.”

Lee lançou-se ao ar e lembrou-se o porque disso. Ficou um pouco menos animado com isso, mas deixou para lá. Não havia nada que pudesse fazer. O garoto/dragão bateu as asas e foi lançado para cima. Lee ficou meio impressionado e meio assustado. Teria que treinar. Por enquanto, não iria muito rápido e planaria mais do que bateria as asas.
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Aang, Mei Lee e Katara, depois de meia hora arrumando as malas, saíram de casa. Andavam com passos largos e rápidos, deixando Mei Lee um pouco para trás de vez em quando.

As pessoas os viam nas ruas e acenavam. Eles acenavam de volta, tentando parecer despreocupados. Mas, sinceramente, era meio difícil saber que sua filha virou uma pessoa má e que isso pode ter uma ligação com um dragão negro enorme e com o fato de que ninguém está conseguindo entrar no Mundo Espiritual.

Chegaram a casa de Sokka e Suki depois de uma pequena caminhada. Toph e Oguri não estavam mais lá, haviam se hospedado em um hotel. Sonya estava no quarto e não apareceu até o pai disser para ela descer se não ela ficaria de castigo por um mês. Por fim ela cedeu. Eles não queriam contar a Suki para ela não querer ir, mas parecia que não tinha jeito.

Aang começou a contar tudo, desde os pesadelos até a ida dele ao Infinito há pouco tempo atrás. Quando chegou na parte da carta, Sokka o interrompeu.

- Opa, também recebi uma dessas! – Sokka pegou a carta no bolso de sua calça e deu para Aang. O garoto leu e olhou para Suki em certo ponto e depois para Sokka, que balançou a cabeça. O guerreiro suspirou. – Suki, na carta, Iroh diz que nos quer em uma reunião com ele, Aang, Katara e Toph. E, claro, Zuko e a Ordem da Lótus Branca.
- Tudo bem, quando vamos? – disse Suki indiferente.
- Bem, na carta, ele diz que não é nem para você nem Oguri irem. E nem as crianças, Sonya.
- Mas por quê? – perguntou Suki indignada. – Eu não vou ficar parada aqui enquanto você e o resto ficam com todas as informações. Eu vou.
- Eu também. – disse Sonya, meio relutante.
- Gente, tivemos essa discussão com Mei Lee. – disse o Avatar – Não dificultem, só... fiquem aqui, ok?
- Não! – exclamaram mãe e filha em coro.
- Pai, deixa elas irem. Dane-se o que Tio Iroh disse, elas tem o direito. – defendeu Mei Lee.
- Ok, deixa pra lá, vocês podem vir também. – Aang suspirou – Mas se Iroh brigar com vocês, eu avisei.

Sonya olhou para Mei Lee com gratidão. O garoto retribuiu o olhar com um sorriso triste. Sonya imediatamente sentiu pena do primo. Ficou imaginando como seria horrível ser ele no momento.

Aang terminou de contar a história. Quando contou que Lee estava lá, junto do dragão e de Lílian, Sonya sentiu seu estômago se revirar e olhou para o pai. Sokka olhou para a garota e depois desviou o olhar.

Aang terminou a história e ele e Katara se levantaram e disseram para Suki e Sokka arrumarem logo as coisas. Aang se virou para Sonya e disse o mesmo. Cada um foi para seu quarto juntar as coisas mais importantes.

Um pouco depois eles já tinham arrumado tudo. Estavam prontos para partir quando alguém bateu a porta. Sokka foi abrir e pareceu meio intrigado. A sua frente estava um Hector determinado a resolver de uma vez por todas a história do beijo com Lee.

- Hector, realmente não é uma boa hora. – disse Sokka com a voz baixa e suave.
- Hã? Agora estou confuso. Na carta, você parecia a ponto de explodir e agora me diz que é não é uma boa hora todo gentil? – perguntou Hector. – De qualquer jeito, eu não vim da Nação do Fogo até aqui para voltar assim que chegar.Vou falar com Sonya.
- Me desculpe, mas não vai não.
- Está me ameaçando Tio Sokka? – Hector olhou nos olhos do tio de consideração e estufou um pouco o peito.
- Não garoto, só que você não pode falar com ela agora. – respondeu Sokka secamente.

Todos dentro da casa já estavam ficando impacientes. Sonya estava mais do que todos e foi até a porta ver o que estava acontecendo. Quando ela viu Hector, congelou. Ia sair de fininho para o príncipe não a ver. Tarde de mais.

- Sonya! – exclamou Hector. Agora ele estava tentando desfazer a barreira dos braços de Sokka. – Seu pai não me deixa passar. Eu quero falar sobre aquele... incidente na praia.

Sonya se virou para o garoto da Nação do Fogo. Agora todos tinham vindo ver o que acontecia. Sokka olhou para a filha, implorando com o olhar que não pedisse para ele soltar Hector. Sonya olhou nos profundos olhos castanhos tão claros que chegavam a parecer amarelos de Hector. A garota tinha que enfrentar o problema, ou pelo menos ela achava que isso seria o melhor.

- Solte-o pai, eu vou falar com ele.
- Sonya...
- Por favor pai.

Sokka, vencido, largou Hector e saiu do caminho. Sonya saiu da casa, seguida pela mãe, pelos tios e pelo primo. O garoto ouviu Aang murmurando algo sobre um barco e falou que tinha um no cais que os levaria à Nação do Fogo em uma hora e meia mais ou menos pela quantidade de pessoas. Katara agradeceu ao príncipe e foram buscar Toph. Ao lado da casa só estavam Sokka, Sonya e Hector. O clima era tenso.

- Sonya – começou o dobrador de fogo – eu só estava tentando te proteger.
- Me proteger quase matando seu melhor amigo com uma rajada de fogo? Por sorte você errou a mira. – retrucou Sonya
- Claro que eu não ia mata-lo e eu não errei, eu não mirei nele.
- Hector, pare de ser tão orgulhoso e admita que errou. – Hector se virou de costas de lançou três rajadas de fogo pequeninas. Cada uma fez um pequeno buraco no meio de uma folha de uma árvore a alguns metros. As três folhas tinham buracos perfeitamente redondos e bem no meio.
- Eu não errei. Não mirei nele.
- Mesmo assim. Nada lhe dava o direito de atacá-lo.
- Não? Acho que sim. Pode até ser que não – disse ele secamente – mas eu pensei que ele estava te beijando a força. O que você faria no meu lugar se pegasse seu melhor amigo beijando sua na... melhor amiga? – Hector corou um pouco e Sokka murmurou algo sobre Suki estar lhe chamando e foi embora. Agora eram só os dois adolescentes.
- Eu... Eu não sei o que faria, mas eu nunca o atacaria. – disse Sonya também meio corada. – Bem, não importa mais. Lee é mau.
- Então você admite que ele estava lhe beijando a força?
- Quê? Não, nada a ver. Ele e Lílian se juntaram a um dragão negro poderoso que tentou matar o Aang.
- O quê?! – exclamou Hector empalidecendo – Você não pode estar falando sério.
- Muito sério – se possível, Hector empalideceu um pouco mais. – Mas isso não quer dizer que eu te perdôo por atacar o Lee.
- Mas... Você mesma disse que ele é mau!
- Mas e se não fosse? Sua atitude que conta. E foi errada. Mas minha raiva se amenizou um pouco. Você vir aqui não foi um caso perdido. – dito isso, a garota de olhos azuis esverdeados sorriu e Hector sorriu de volta. – Vamos, devem estar nos esperando.
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Sonya e Hector já estavam esperando por uns dez minutos quando Aang, Katara, Suki, Sokka, Mei Lee, Toph e chegaram. “Provavelmente não conseguiram impedir Oguri de vir.” Pensou Sonya. Quando o mais novo viu que os dois estavam em um clima melhor, olhou para Sonya de maneira significativa e ela lhe deu um empurrão. Hector revirou os olhos rindo e impediu Mei Lee de dar o troco. Sokka também percebeu o clima melhor e sorriu, feliz consigo mesmo.

Todos entraram no barco, que Sonya reconheceu como sendo do mesmo modelo em que Lee a havia levado para passear – talvez um pouco mais recente – e sabia que chegariam a Nação do Fogo bem rápido.

O barco logo se lançou a mar aberto. Sonya saiu da parte coberta do barco e ficou olhando as estrelas segurando na barreira do barco quando ouviu passos. Virou-se para ver quem era. Tinha uma suposição. E estava certa, quem estava vindo era seu pai, Sokka.

Ele ficou ao lado da filha, apoiado de braços cruzados e meio inclinado na barreira do barco. Olhou para cima e ficou tentando encontrar sua constelação preferida, a Kyoshi. Depois de alguns minutos de silêncio, Sonya, que estava bastante impaciente naquele dia, disse:

- Ok, eu admito, você estava certo pai, eu tinha que conversar com Hector para resolver isso. Se bem que não está totalmente reslvido... –

Sokka nada disse. Só olhou para a filha orgulhoso e sorriu. Sonya retribuiu o sorriso e os dois voltaram a olhar as estrelas.

- Você é demais, pai. – Sonya foi até o pai e o abraçou.
---------------------------
Uma hora e alguns minutos depois, lá pelas nove horas o barco atracou no cais da capital da Nação do Fogo. O grande grupo desceu e seguiu direto para o palácio.

Entraram facilmente no palácio, pois a guarda não os incomodou e seguiram pelos grandes corredores até acharem o quarto de Zuko, que devia estar se preparando para dormir. Aang bateu três vezes na porta e Zuko a abriu, já de pijama. Mai estava dormindo. Aang lhe contou a história e ele os seguiu para o quarto do tio do Senhor do Fogo.

Quando chegaram, Zuko bateu na porta e Iroh surgiu na porta com uma xícara de chá, visivelmente assustado por tanta gente estar a sua porta aquela hora da noite. Os convidou para entrar no quarto, que era meio simples, e eles entraram.

Em um canto do quarto tinha uma mesa de dez lugares, com quatro de cada lado e um em cada ponta, onde todos se sentaram.

- E então. Qual o motivo dessa agradável visita inesperada? – perguntou Iroh simpático.
- Bem, para resumir, fui atacado por um dragão negro gigante. – disse Aang – Lílian e Lee estavam com ele. Lílian vinha tendo pesadelos com o dragão, ficou doente de repente e depois, sumiu. Nós dois não conseguimos entrar no Mundo Espiritual. Achamos que tudo podia estar conectado e decidimos vir logo. – quanto mais ouvia, mais Iroh empalidecia.
- Mas... e eles? – perguntou Iroh apontando a cabeça para Suki, Mei Lee, Hector, Sonya, Suki e Oguri.
- Não conseguimos fazer eles ficarem em suas casas. – respondeu Katara.
- Que seja. – resmungou Iroh. – Isso é um problema. É pior do que eu pensava. – ele disse isso mais para si mesmo do que para os outros. E então levantou a cabeça. – Foi bom terem vindo. Isso é sério. Temos muito o que conversar.

Continua...
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MensagemAssunto: Re: Avatar 2 - Os Seis Elementos. Capítulo 13 - A Visita ao Mundo Espiritual   Qui 15 Jul 2010, 6:46 pm

muito boa, vou seguir
anciosa para o proximo capitulo
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MensagemAssunto: Re: Avatar 2 - Os Seis Elementos. Capítulo 13 - A Visita ao Mundo Espiritual   Qui 15 Jul 2010, 7:53 pm

vlw Azula, q bom q gostou desse mega enorme cap.
xD'
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MensagemAssunto: Re: Avatar 2 - Os Seis Elementos. Capítulo 13 - A Visita ao Mundo Espiritual   Hoje à(s) 9:32 am

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